Nosso coração é com as asas de uma ave. Sentimos suas pulsações assim como o bater das asas, movimento que nos mantém vivos e evita que as aves caiam. Entretanto, por tão repetidos, tornam-se imperceptíveis. Ás vezes, ele acelera por alguma emoção, assim como os pássaros aumentam o ritmo do voo para levá-los para mais longe.
Entretanto, em um momento, precisamos plainar nosso coração, sem aumento de batidas ou a não percepção das mesmas. É nesse linear voo que vemos que já encontramos o amor. E o voar não terá mais declinações, mas extensões intangíveis aos olhos daqueles que ainda não compreendem o significado de amar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário